Arroz do Ceu – Por José Rodrigues Miguéis. O situação inical. Um homem varre o chao no metro. Sabemos nem, de onde ele vem. Talvez de Estónia, talvez da Lituania. Mas é um emigrante, sem classificação – “raça indistinta”. Um homem que quase não existe, descrição da vida da terceira classe. Gente pobre. Rato do metro.
Acontecimento inesperado. Apanha arroz gratuita, leva para casa. Dia. Outro. Assim por anos. A famila fica dependente. Exprime-se uma visão non-romântico da pobreza?
Discuta pobreza dos subterrâneos nova-iorquinos. “Quem foi subterrâneo, é subterraneo para sempre”. O Estónio nem pensa em de onde vem o arroz. Não faz pesquisa. Atravessa no sobrenatural.
O Miguéis tinha uma mulher Polaca? Ah, entao sim – por isso. Menciona Lituanos e Estónios. Pensei. Mudança na vida familiar. Uma familia com poucas esperanças. Humildes. Ficavam satisfeitas na vida com arroz.
Tal como o Couto Miguéis tem olho para detalhes. O que escapa-nos no dia-a-dia. Eu vou dizer… o trabalho de um autor, tanto quanto de um cineasta é… trazer para os nossos olhos as experiências que nós perdem na vida.
Como tratar experiencias novas? Experiencias Luso-americanos. Couto talvez diria – com Palavaras Inventadas. Maria Saraiva de Jesus de Universidade de Aveiro acha que o Miguéis tambem – en vez de dizer “melhorias” diria “improvimentos”.
Arroz do Ceu
Arroz do Ceu – Por José Rodrigues Miguéis. O situação inical. Um homem varre o chao no metro. Sabemos nem, de onde ele vem. Talvez de Estónia, talvez da Lituania. Mas é um emigrante, sem classificação – “raça indistinta”. Um homem que quase não existe, descrição da vida da terceira classe. Gente pobre. Rato do metro.
Acontecimento inesperado. Apanha arroz gratuita, leva para casa. Dia. Outro. Assim por anos. A famila fica dependente. Exprime-se uma visão non-romântico da pobreza?
Discuta pobreza dos subterrâneos nova-iorquinos. “Quem foi subterrâneo, é subterraneo para sempre”. O Estónio nem pensa em de onde vem o arroz. Não faz pesquisa. Atravessa no sobrenatural.
O Miguéis tinha uma mulher Polaca? Ah, entao sim – por isso. Menciona Lituanos e Estónios. Pensei. Mudança na vida familiar. Uma familia com poucas esperanças. Humildes. Ficavam satisfeitas na vida com arroz.
Tal como o Couto Miguéis tem olho para detalhes. O que escapa-nos no dia-a-dia. Eu vou dizer… o trabalho de um autor, tanto quanto de um cineasta é… trazer para os nossos olhos as experiências que nós perdem na vida.
Como tratar experiencias novas? Experiencias Luso-americanos. Couto talvez diria – com Palavaras Inventadas. Maria Saraiva de Jesus de Universidade de Aveiro acha que o Miguéis tambem – en vez de dizer “melhorias” diria “improvimentos”.